terça-feira, 23 de dezembro de 2008

O CEPRO deseja Boas Festas


Equipe do CEPRO:
Guilhermina Rocha - Presidente
Cesar Gomes - Secretário Geral
Rosaldo Peixoto - Diretor de Finanças
Jean Cerqueira - Diretor de Comunicação
Rosilene Macedo - Diretora de Patrimônio
Marco Aurélio - Diretor de Assuntos Jurídicos
Fábio Rocha - Diretor de Formação e Cultura
Conselheiros(as): Yandiara, Augusto e Dulce

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Felizcidade! Por uma cidade desenvolvida, democrática, ecológica e humana.


"Não importa que doa: é tempo
de avançar de mão dada
com quem vai no mesmo rumo,
mesmo que longe ainda esteja
de aprender a conjugar
o verbo amar.
É tempo sobretudo
de deixar de serf apenas
a solitária vanguarda
de nós mesmos.
Se trata de ir ao encontro.
(Dura no peito, arde a límpida
verdade de nossos erros.)
Se trata de abrir o rumo.
Os que virão, serão povo,
e saber serão, lutando"

O final de 2008 se aproxima e algumas reflexões são necessárias. Aproveitando o momento de celebração do Natal, nossos sentimentos de solidariedade se mostram à flor da pele. Importante percebermos que ainda precisamos de muito para melhorar a qualidade de vida do nosso povo. E para a diminuição das desigualdades sociais são necessárias políticas públicas efetivamente comprometidas com esta causa, onde se garantam serviços essenciais, como educação, saúde, trabalho, moradia, saneamento, transporte, cultura, segurança etc. Nossa lista pode ser extensa, mas a “precarização” dos investimentos e políticas voltados para o nosso povo mais humilde é histórica.
Embalados pelos sinos e a animação de mais um Natal que chega, este cenário traz nova expectativa para 2009. A partir de 1º de janeiro, quando tomam posse os prefeitos eleitos e reeleitos, esta conjuntura sinaliza que devemos analisar as últimas eleições municipais como termômetro político para a corrida da sucessão presidencial que já começou.
Lembramos que não será tão simples este processo. Para isso, precisamos garantir qualidade de vida e formação, no sentido da educação formal e da cidadania, para que o nosso povo não seja manipulado como já foi outrora. A popularidade atual do nosso Presidente Lula, com a marca de mais de 70%, traduz o reconhecimento do povo com o compromisso assumido com uma pauta mais social.
Sabemos que na ordem do dia está a crise financeira internacional. Os EUA, como potência mundial, imperavam e imperam sobre “resto do mundo” com a ganância de poder, a manutenção da política de guerra e a centralização das maiores forças, através do G8. Conseqüentemente, o preço do império é alto e caro. Mas nós, brasileiros(as), devemos acreditar em nosso país e fortalecer nossa economia, observando o que acontece no mundo, valorizar os pequenos produtores, incentivar a criação de novas ações por uma economia responsável e sustentável. E , principalmente, garantir emprego e renda para a massa dos trabalhadores, no sentido de defender os setores mais pobres e vulneráveis da população.
Trazendo para a nossa realidade, neste caso Rio das Ostras, cidade que escolhi para viver com a minha família, as conversas na padaria, na fila do mercado, no banco etc. refletem um pouco sobre o resultado eleitoral. A população que reconduziu o Prefeito Carlos Augusto para um segundo mandato fez a leitura de que era necessária a conclusão de alguns projetos em curso, entre outros cito o Reviver (PPP), assim como a urbanização da cidade, o saneamento básico e a oferta de água para toda a cidade.
Neste sentido, o sentimento também presente é que a gestão continue investindo e aperfeiçoando os serviços para nossa população. Sabemos que sempre serão demandas crescentes. Poderíamos exemplificar a saúde, a ciência, transporte etc. No entanto, destaco a educação. Ela, além de ser uma exigência legal (Constituição, LDBEN), é um compromisso de todos, como bem revela a CAMPANHA TODOS PELA EDUCAÇÃO, a criação do PDE e o compromisso das 28 metas, assumido pelos gestores. Além disso, há exigência de uma política de valorização dos profissionais como o Plano de Cargos e Salários, o pagamento do Piso Salarial Nacional de R$950,00 e o investimento na formação continuada.
Vale destacar outro ponto nevrálgico de nossa educação: a construção efetiva da universalização do ensino; isto é, a oferta e o atendimento da creche à universidade, para todos. Alguns avanços da parte do governo federal já ocorreram, como a criação do FUNDEB, com um financiamento mais amplo, atendendo a pauta histórica dos movimentos sociais. Agora, aguardamos o retorno das gestões municipais e estaduais.
Entretanto, não existe receita pronta. Mas devemos ressaltar que a participação popular é uma parceria importante. Nos próximos quatro anos, a pauta deve estar comprometida com o respeito aos Direitos Humanos, a realização de Conferências com participação social, a implementação das resoluções aprovadas etc. O que se deseja são a continuidade e o avanço nas áreas social, econômica, política e cultural no país. E certamente em nosso município.Como dissemos em nosso título, em 2009, desejamos uma FELIZCIDADE para todos e todas!

Profª Guilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO
Colunista do Jornal Razão – Rio das Ostras
Email: guilherminarocha@oi.com.br
Sede: Avenida das Flores n.° 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras – RJ
CEP 28.890-000
Telefax: (22) 2760-6238

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Natal no CEPRO


Natal no CEPRO

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras está organizando a celebração de Natal com sabor de Solidariedade. Estamos arrecadando doações de brinquedos e livros infantis até o dia 21 de dezembro de 2008 (domingo), para serem doados na Confraternização de Natal.

Participe!

Confraternização de Natal das Crianças no CEPRO
Dia 23 de dezembro de 2008 (3ª feira)
Horário: 15:00 às 17:00 horas
Local: Avenida das Flores, 394 – Bairro Âncora – Rio das Ostras

CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras
Sede: Avenida das Flores n.° 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras – RJ
CEP 28.890-000
Telefax: (22) 2760-6238
E-mail: cepro.rj@gmail.com
Site: cepro-rj.blogspot.com

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos


O Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – CEPRO informa que ocorrerá em Brasília, nos dias 15 e 18 de dezembro de 2008, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (11ª CNDH), com o lema “Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: Superando as Desigualdades”, objetiva principalmente rever e atualizar o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH), num processo pautado pela interação democrática entre o governo e a sociedade civil.
Sob coordenação da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) e do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH), a 11ª CNDH foi precedida de conferências estaduais e distrital, etapa que se encerrou em 17 de setembro e foi organizada por comissões estaduais e distrital paritárias, com integrantes do Poder Público e da sociedade civil, reunindo aproximadamente 14 mil participantes.
Nesta edição, a conferência aborda os direitos humanos em torno da sua universalidade, interdependência e indivisibilidade, tratando de forma mais coesa, associada e integrada as múltiplas dimensões destes direitos, quer sejam os direitos civis e políticos, bem como os econômicos, sociais, culturais e ambientais. A metodologia das discussões tem como base um conjunto de eixos orientadores, por meio de um enfoque transversal e integrado.
Esses eixos orientadores são:
1. Universalizar direitos em um contexto de desigualdades;
2. Violência, segurança pública e acesso à justiça;
3. Pacto federativo e responsabilidades dos três Poderes, do Ministério Público e da Defensoria Pública;
4. Educação e cultura em direitos humanos;
5. Interação democrática entre Estado e sociedade Civil;
6. Desenvolvimento e direitos humanos;
7. Direito à memória e à verdade.
A 11ª CNDH é um fórum privilegiado de interação entre esses atores e os atuais espaços de participação democrática e monitoramento da política nacional dos direitos humanos no país. (Programação)
Avaliando e legitimando prioridades, conhecendo e reconhecendo novos e tradicionais agentes atuantes nos direitos humanos, incluindo no debate aqueles pertencentes a grupos historicamente sujeitos a violações de direitos.
O CEPRO apóia a luta pelo respeito e pela garantia aos direitos humanos e repudia sua violação por qualquer meio ou forma como ela possa ocorrer.
CEPRO – CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS
SEDE: Avenida das Flores n.º 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras – RJ
CEP: 28.890-000
TELEFAX: (22) 2760-6238
Email: cepro.rj@gmail.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Declaração Universal dos Direitos Humanos, 60 anos depois. Continua uma Utopia?

No ensejo das comemorações, em 10 de dezembro, do Dia Internacional dos Direitos Humanos, nos juntamos a todos(as) aqueles(as) que buscam a utopia por um outro mundo possível.
Proclamada pela Assembléia Geral da ONU, em dezembro de 1948, a Declaração estabelece direitos universais para todos os povos, independentemente de credo, gênero, raça ou etnia. Hoje, está disponível em 360 idiomas, sendo fonte para constituições de muitos Estados mundo afora.
Em um artigo inicial a Declaração reza: "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos". Para os militantes dos direitos humanos, o maior desafio é passar da palavra escrita ao ato concreto. Enquanto isso não acontece, de fato, a Declaração não passará de boas intenções, no Brasil e no resto do mundo.
A impunidade é um grande estimulo à pratica delituosa por parte dos poderosos em todos os continentes, sendo ainda o grande desafio a ser enfrentado.
Outra falta é a violação dos direitos sociais, com a desregulamentação econômica que atinge os mais pobres e que empobrecem ainda mais nesta fase do capitalismo neoliberal.
A dívida social e cultural do país para com sua população mais pobre é grande e vem de longa data. Direitos humanos para esta parcela são uma enorme frustração.
Já durante a ditadura civil-militar, de 1964 até 1985, muitas violações ocorreram, como censura, exílio, tortura, morte e desaparecimentos. Com a Constituição de 1988 houve grandes avanços na defesa dos direitos, em particular com relação a criança e adolescente, mulheres, racismo, deficiência e tortura.
Agora, se dá ênfase ao enfrentamento da pobreza e da fome. No entanto, no Brasil, todo dia ainda é palco de alguma violação, em especial quanto a violência doméstica e sexual contra mulheres e crianças.
Para popularizar o conceito dos direitos humanos e cada um dos 30 artigos da Declaração Universal, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos do Governo Federal está organizando um grande mutirão.A iniciativa é dirigida a toda a sociedade brasileira, sem distinção. São diversas ações, materiais informativos e peças de divulgação que estarão disponíveis para que todos os segmentos sociais possam se engajar.
Uma outra iniciativa é a construção da 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos que ocorrerá em Brasília de 15 à 18 de dezembro, onde estarei participando. Tendo como tema Democracia, Desenvolvimento e Direitos Humanos: Superando as Desigualdades.
Como presidente do CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras, que tem nos direitos humanos um dos seus pilares de atuação, venho me solidarizar com todos(as) aqueles(as) que mantêm a utopia por um mundo melhor, sem violência, sem discriminação e sem exclusão, de qualquer espécie.
Multiplique os direitos humanos, divulgue a declaração, contribua para que todos e todas conheçam e exijam seus direitos fundamentais.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos prega a liberdade de expressão, de pensamento, a luta pela igualdade e o respeito a todos. Hoje, 60 anos depois, essa Declaração continua sendo escrita, a cada dia, pelas mãos de todos nós.
Este bem poderia ser o melhor presente para o Natal que se aproxima...


Presidente do CEPRO
Historiadora e Especialista em Educação
Colunista de Educação do Jornal Razão - Rio das Ostras


CEPRO – CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS
SEDE: Avenida das Flores n.º 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras – RJ
CEP: 28.890-000
TELEFAX: (22) 2760-6238
Email: cepro.rj@gmail.com

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Curiosidades


















Você sabia que o Fórum Social Mundial foi criado para ser um contraponto ao Fórum Econômico Mundial, organizado religiosamente em Davos, na Suiça.
Os Fóruns Econômicos organizados pelos países do mundo e a Rússia, conhecidos por G-8 ou Grupo dos Oito, tem por objetivo analisar e criar opções para aumentar o faturamento desses países sobre suas populações e principalmente sobre os outros países do mundo.
Nesse contexto, sob a égide da ética e da possibilidade de se ter um mundo menos desigual e mais humano, surgiu o Fórum Social Mundial.
Tendo um lema, que lhe caiu como uma luva, "um outro mundo é possível", ano após ano, os organizadores e os participantes do Fórum Social Mundial lançam as bases da mudança, através da qual será possível ter um outro mundo.

Você sabia que os diretores do Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras - CEPRO já participaram de várias edições do FSM, entre elas as de Porto Alegre, e da Bombaim (também conhecida por Mumbai), na Índia, onde a Professora Guilhermina Rocha, presidente do CEPRO, pode ver como um país tão distante do nosso, guarda laços de proximidades, senão étnica, mas cultural e estrutural. Favelas, falta de condições de moradia e de higiene, trânsito caótico, miséria e opulência disputando os cartões postais.

Você sabia que a cidade de Bombaim foi alvo de atentados terroristas no mês de novembro deste ano, o que levou a morte várias pessoas, de nacionalidades diferentes, mas com algo em comum, o fato de serem inocentes. A cidade tenta se reerguer de feridas, mas a mácula do terrorismo nem sempre permite essa pausa para chorar os mortes.
Bombaim é a maior cidade da Índia e capital do Estado de Maharashtra. Tem uma população estimada em 13 milhões de habitantes e é considerada a sexta maior região metropolitana do mundo. É a capital comercial e do entretenimento da Índia e atrai muitos migrantes de todo o país, devido às suas oportunidades. No entanto, cerca de 270 milhões de pessoas vivem na condição de miseráveis, de um total de 1,1 bilhões de habitantes.
Como nos diz a Professora Guilhermina, "A realidade daquela sociedade causou impacto, mesmo para mim, brasileira, conhecedora das condições de vida do nosso povo. Presenciei fatos de profunda tristeza que me levaram às lágrimas. São sinais que tornam urgentes as ações pela transformação do mundo e da própria humanidade. Por um outro mundo possível".

O CEPRO lança o convite a todos e todas para participarem do próximo Fórum Social Mundial 2009, em Belém, no Estado do Pará. E nós estaremos lá.

CEPRO – CENTRO CULTURAL DE EDUCAÇÃO POPULAR DE RIO DAS OSTRAS
SEDE: Avenida das Flores nº 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras- RJ
CEP: 28.890-000
TELEFAX: (22) 2760-6238
Email: cepro.rj@gmail.com

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Artigo: Responsabilidade Social

A Responsabilidade Social é de todos, mas a credibilidade é nossa!

Num espaço curto de tempo, o mundo vive diante de problemas globais cujas soluções agora dependem da capacidade de articulação dos agentes sociais. Esta história recente se traduz na crescente participação da sociedade civil, que, de forma organizada, tenta ocupar os espaços sociais.
Neste caminho, hoje, o Terceiro Setor reanima o debate em nossa sociedade. Seja contra, ou seja a favor delas, as denominadas Organizações Não-Governamentais (ONGs) acham-se na “crista da onda”, demandando discussões acaloradas.
Se, de um lado, existem organizações com comprovado compromisso com a sociedade, de outro, existem aquelas com irregularidades que precisam ser combatidas e superadas.
Para alguns especialistas, estão na origem desses problemas a falta de profissionalização na maioria das ONGs e a pouca eficiência na utilização dos recursos, tanto públicos, quanto privados. Resultando, tudo isso, na desconfiança cada vez mais generalizada por parte dos investidores sociais, repercutindo no conjunto da sociedade.
Há, pois, uma necessária mudança de mentalidade e de estabelecimento de objetivos e o devido acompanhamento e avaliação dos resultados obtidos. E, mais ainda, a progressiva incorporação do conceito de Responsabilidade Social e Ambiental no trato das ações concretas de intervenção junto à sociedade.
Ressaltamos que não se trata de reproduzir no Terceiro Setor a lógica neoliberal do mercado auto-regulador e auto-suficiente. Pois, se trata de encontrar melhor definição para os projetos e recursos destinados ao público-alvo, de fato, necessitado das ações sociais.
Outro desvio comum diz respeito à interferência político-partidária na atuação das ONGs, que as descaracteriza e afasta ou inibe colaboradores em vista de parcerias e convênios, necessários e bem-vindos.
O afastamento dos investidores sociais privados pode acarretar maior dependência dos recursos públicos, o que provoca outro problema, que é a dependência governamental.
São poucas as ONGs que funcionam de forma ideal, plenamente independentes. O que gera desconforto no trato com as autoridades públicas. Embora o mesmo fato possa se dar em relação aos investidores privados, em especial, quando se tratam de grandes empresas, que tendem a ditar as regras.
O Terceiro Setor deve ter independência para discutir junto à sociedade sobre as políticas públicas implementadas ou a serem implementadas pelos governos.
Toda essa discussão para bom termo necessita da pluralidade de concepções e multiplicidade de atores envolvidos.
Por tudo isso, o debate continua em aberto!


Profª Guilhermina Rocha
Presidente do CEPRO
Historiadora e Especialista da Educação
Colunista do Jornal Razão (Rio das Ostras)
SEDE: Avenida das Flores nº 394 – Bairro Residencial Praia Âncora – Rio das Ostras- RJ
CEP: 28.890-000
TELEFAX: (22) 2760-6238