segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O LEGADO QUE MANTÉM FLORESTAN FERNANDES VIVO

                                                          Por Miriam Limoeiro Cardoso*

Há quinze anos, a morte tirou Florestan do nosso convívio. Já faz tanto tempo, e Florestan continua fazendo tanta falta, com sua lucidez, sua coragem, sua inteligência e sua integridade, buscando sempre encontrar a raiz dos grandes problemas postos no seu tempo, tentando problematizá-los de maneira mais consistente tanto teórica quanto politicamente, apontando assim novos caminhos para enfrentá-los, tendo sempre como norte as possibilidades da construção de uma sociedade nova, socialista. Florestan fala de “utopias igualitárias e libertárias, de fraternidade e felicidade entre os seres humanos”.

Guardamos dele sua lembrança e seu exemplo. Acima de tudo, porém, podemos mantê-lo presente (a nós e, principalmente, às nossas lutas) por meio do legado que nos deixou com os seus escritos. Aí suas idéias, suas formulações e seus embates – teóricos e políticos – continuam vivos, atuais, presentes, motivadores. Aí podemos continuar a falar de Florestan no tempo presente, e assim recolher seu ensinamento para enriquecer o pensamento e para clarificar o encaminhamento das lutas que o presente requer.

Florestan Fernandes construiu uma obra que o transcende como pessoa e que contém contribuições teóricas e metodológicas de grande relevância para as Ciências Sociais. Sua obra não faz dele apenas um grande sociólogo no Brasil, mas o inscreve entre os grandes sociólogos das Ciências Sociais em nível internacional.

Transformou em profundidade o padrão do trabalho científico da Sociologia no Brasil, configurando o que para ele constituía a Sociologia crítica. De acordo com Florestan, a produção desta Sociologia resulta da conjugação de dois esforços simultâneos. Por um lado, requer trabalho rigoroso e metódico de pesquisa balizada por padrões propriamente científicos. Por outro lado, ciente de que a neutralidade científica é um mito, requer que o próprio trabalho científico assuma compromisso ético e político com a transformação social em favor dos oprimidos e humilhados. Assim, para Florestan Fernandes, a Sociologia crítica é ciência que, no movimento mesmo de fazer-se como ciência, é engajada.

A obra de Florestan Fernandes é vasta e complexa. Há, porém, uma linha de investigação, que atravessa toda a sua produção madura, que confere conteúdo histórico, sociológico e político à ótica dos dominados e à perspectiva de transformação social, das quais Florestan jamais se afastou. É a investigação que o leva à formulação do seu conceito de capitalismo dependente como uma forma específica do desenvolvimento capitalista. Este conceito e sua teorização constituem uma contribuição teórica e metodológica importantíssima de Florestan Fernandes para a teoria do desenvolvimento capitalista. E abriga conseqüências políticas da maior relevância. Levá-las em consideração pode afetar significativamente o posicionamento quanto a políticas voltadas para a transformação social mais efetiva e mais profunda. Trata-se, portanto, de questões que permanecem importantes no cenário político.

O grande problema posto era o chamado “desenvolvimento”. Era apresentado como um problema econômico a demandar equacionamento político. Tal como estava posto, esse problema continha também um quadro supostamente teórico, a oferecer sentido às políticas supostamente necessárias para “resolver” o problema que desse modo era proposto: as chamadas “teorias” da modernização ou do desenvolvimento.

À época, essas “teorias” eram bastante discutidas e criticadas no âmbito acadêmico, mas Florestan foi dos primeiros a questioná-las mais a fundo, em pesquisa que o levou a teorizar o capitalismo dependente. Ao tempo em que Florestan finalizava a sua concepção do capitalismo dependente como um conceito, e logo depois que ele tornou pública a sua formulação, a chamada “escola da dependência” ensaiava seus primeiros passos, mas estancava a meio caminho entre as “teorias” do desenvolvimento/ modernização e a teorização de Florestan sobre o capitalismo dependente. Na verdade, os dependentistas se aproximavam de uma parte das descobertas/construções teóricas e metodológicas de Florestan, mas as despiam de alguns de seus atributos essenciais, exatamente aqueles que colocavam em questão o desenvolvimento desigual e combinado da expansão do capitalismo naquele momento.

Para teorizar o capitalismo dependente, Florestan se opõe às noções de desenvolvimento e de subdesenvolvimento oriundas das concepções evolucionistas e deterministas das chamadas “teorias” da modernização. Nega essas duas noções e, para analisar, compreender e ser capaz de explicar a condição da nossa sociedade (e das sociedades que Florestan identificava na sua teorização como sendo do mesmo tipo que a nossa), recorre às formulações sobre o imperialismo.

Ao entender o desenvolvimento desigual e combinado do capitalismo da perspectiva dos povos e das regiões que a expansão capitalista mundial incorpora, Florestan consegue dar conta de que esse processo mesmo de incorporação implica necessariamente submeter esses povos e essas regiões, sob formas historicamente diferenciadas, aos desígnios e aos interesses maiores do capital que deste modo se realiza e se amplia.

A compreensão do capitalismo dependente como especificidade da expansão do capitalismo em sua fase monopolista permite entender que o “desenvolvimento” que essa expansão propõe para as regiões para as quais se dirige é desenvolvimento desse capitalismo monopolista e que significa incorporar essas regiões submetendo-as. Esta concepção do capitalismo dependente em Florestan Fernandes contém ainda dois desdobramentos muito importantes. Primeiro, que os setores dominantes locais das regiões tornadas capitalistas dependentes têm participação ativa e decisiva para a concretização da política que visa aquele “desenvolvimento”. Para Florestan, eles são parceiros, menores e subordinados, mas parceiros, do grande capital em expansão pelo mundo. São intermediários, mas enquanto intermediários são imprescindíveis, e contam com um retorno para si dos ganhos desse modo obtidos pelo capital em expansão. Esta lógica implica uma super-exploração dos trabalhadores e da massa da população das regiões capitalistas dependentes.

Segundo, que a democracia possível sob o capitalismo dependente é sempre uma democracia restrita, a tal ponto que é mais correto designá-la como uma autocracia, na qual a grande maioria do povo fica excluída dos direitos, direitos que supostamente uma democracia deveria estender a todos os cidadãos. Desse modo, a super-exploração implica também como conseqüência uma super-dominação do conjunto dos setores subalternizados da população nessas regiões.

Algumas vezes se tenta separar o Florestan Fernandes cientista e o Florestan Fernandes político. É preciso considerar, porém, que a descoberta da verdade da dominação, da submissão, da subalternização ou da exploração, é, como tal, profundamente questionadora da realidade social estruturada sobre esses processos de dominação, de submissão, de subalternização ou de exploração. De tal modo que a exposição desses processos é em si mesma profundamente política, e tanto mais eficaz na crítica que contém quanto mais clara e sistematicamente fundamentada.

Estas são análises estruturais, nas quais, no entanto, é possível encontrar a profundidade das raízes das tendências e dos comportamentos políticos das classes dominantes das regiões capitalistas dependentes. Florestan, no entanto, está sempre atento também às conjunturas e sabe perfeitamente que para ser concreta uma análise precisa conjugar os determinantes estruturais com os condicionantes conjunturais. Era desse modo que ele procurava trabalhar.

Esse tipo de pesquisa científica, abrangente e crítica, bem como o magistério que o acompanhava de perto, onde mais poderiam ser realizados a não ser na universidade pública? Em 25 de abril de 1969, com base no Ato Institucional nº 5, a ditadura imposta no Brasil pelo golpe civil-militar de 1964 excluiu Florestan Fernandes do serviço público em todo o território nacional. Cortava assim irremediavelmente a continuidade de pesquisa científica importante, conduzida por ele e por seus assistentes e colaboradores mais próximos, pesquisa que era resultado de trabalho longamente acumulado em instituição acadêmica superior que, enquanto instituição pública de ensino superior, se supunha resguardada em sua autonomia pedagógica, didática e de pesquisa. Mas tal suposição o arbítrio da ditadura revelou ser equivocada.

Com essa exclusão, Florestan perdeu o locus próprio para exercer o seu ofício como cientista. Precisou redimensionar suas atividades. Continuou suas pesquisas, mas desde então sem a interlocução permanente e sistemática de seus colegas e colaboradores e de seus estudantes, e sem apoio institucional, portanto de forma mais dispersa e descontinuada. Mesmo assim, retomou o seu trabalho individualmente, seguiu pesquisando e publicando os resultados de seus estudos, produzindo análises sempre lúcidas, perspicazes e iluminadoras.

Um dos traços marcantes da vida e da trajetória de Florestan foi sempre a defesa da educação pública, gratuita, laica, de qualidade, para todos. Na primeira Campanha em Defesa da Escola Pública, Florestan foi muito atuante e combativo e sua liderança foi reconhecida como fator importante da ampliação e da consistência da Campanha. Mas não apenas em momentos de grande mobilização como aquele, Florestan Fernandes esteve sempre presente com seu apoio claro, público e firme a todas as reivindicações e lutas dos movimentos dos professores, dos educadores e dos estudantes, de todos os níveis, em defesa da educação pública e gratuita, da elevação da sua qualidade e da sua democratização.

Como Deputado Federal Constituinte, Florestan foi o interlocutor privilegiado que o Forum Nacional em Defesa do Ensino Público e Gratuito na Constituinte teve na Subcomissão e na Comissão de Educação do Congresso Constituinte. Sua atuação para a melhor acolhida às propostas do Fórum foi importantíssima. Mas Florestan dialogava diretamente com o Forum e com os movimentos que o constituíam e chegava mesmo a ajudar, com sua análise sempre atenta e perspicaz, a nossa gestão das dificuldades criadas pelos inevitáveis atritos iniciais e conflitos eventuais entre os encaminhamentos de tantos movimentos de setores diferenciados no interior do Forum. Sem o Deputado Federal Constituinte Florestan Fernandes as lutas pela defesa da educação pública na Constituinte certamente teriam sido ainda muito mais difíceis do que foram.

A educação foi sempre um tema muito caro a Florestan, tema sobre o qual ele elaborou uma extensa e fecunda produção. Se há um fundo comum a essa produção, ele se forma em torno da educação pública gratuita de alta qualidade e altamente democratizada. Afinal, a escola pública e as bibliotecas públicas foram fundamentais para a vida de Florestan, aquele jovem de origem lumpen que se viu obrigado pelas necessidades de sobrevivência a trabalhar desde os seis anos de idade e que vislumbrou na educação a perspectiva de, por meio de seu próprio esforço, determinação e disciplina, poder transformar a sua condição social para, como ele dizia, “tornar-se gente” e ser reconhecido “como gente”. Leitor voraz, com sua inteligência e sua aplicação permanente à busca de saber, Florestan perseguiu, com determinação obstinada os seus objetivos através da educação e a partir do campo da educação tornou-se Florestan Fernandes, reconhecido nacional e internacionalmente como grande cientista, como grande professor e como destacado intelectual defensor das grandes causas dos dominados e subalternizados, dos oprimidos e humilhados.


*Mirim Limoeiro Cardoso é professora aposentada do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ.

Fonte: ANDES-SN


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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

34º ENCONTRO ESTADUAL DE APOSENTADOS DA EDUCAÇÃO

O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação - SEPE Núcleo Macaé convida para o seu 34º Encontro dos Aposentados da Educação que acontecerá neste município. Contaremos com a participação das principais lideranças de mais de 51 municípios de nosso estado.

Dias: 23 e 24 de setembro de 2010
23- 09 - Abertura às 14h.
Local: Clube Empregados da Petrobrás

Coordenação Geral
Alexandre Elias: 8806-7222
Guilhermina Rocha: 9834-7409/9966-9436
Iza Aguiar: 9977-9791

Atenciosamente,
Diretoria do SEPE MACAÉ
NÚCLEO MACAÉ
SEDE MACAÉ: Rua Marechal Rondon, 08 - Miramar – Macaé - RJ
Tel. (22) Tel: (22) 2762-9779 - Email: sepemacae@yahoo.com.br


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LUGAR DE MULHER É....NA POLÍTICA!

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou os mais de 135 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de 2010 e o perfil do eleitorado brasileiro.

Segundo o TSE, a maioria dos eleitores brasileiros é formado por mulheres e tem entre 25 e 34 anos. Apenas quatro estado fogem dessa estatística sendo a maioria dos eleitores formado por homens: Mato Grosso. Pará, Roraima e Rondônia. Os números também mostram que houve uma queda no número de eleitores com faixa etária entre 16 e 17 anos.

Desde o início deste século as mulheres se tornaram maioria no eleitorado. No último pleito eleitoral municipal de 2008, havia quase 5 milhões de eleitoras a mais do que eleitores, um percentual de quase 4% em favor das mulheres , proporção que pode ser decisiva em alguma disputa acirrada. A maior participação das mulheres tem sido observada desde as eleições parlamentares de 1974, ainda à época do regime militar, quando também se verificou o aumento da participação feminina no mercado de trabalho.

Essa dinâmica , no entanto, não favoreceu a eleição de mais mulheres. Se elas hoje são maioria no eleitorado, estão sub-representadas em todos os cargos eletivos. O Brasil tem apenas 03 governadoras, 10 senadoras, 45 deputadas federais, 106 deputadas estaduais, 505 prefeitas e 6.512 vereadoras. O Brasil ocupa a 142º lugar em representação feminina , segundo a Inter- Parliamentary Union, atrás dos países desenvolvidos , de quase todos os latino-americanos e de outras nações.

E não é preciso ir muito longe. Na Câmara Municipal de Rio das Ostras, por exemplo, não temos na atual gestão nenhuma mulher entre os vereadores. Acredito que tivemos ganhos importantes quando no processo passado tivemos a representação da Vereadora Rosangila . Destacamos alguns projetos criados e aprovados pela parlamentar, como a criação do Centro de Referência da Mulher – Casa da Mulher, o Conselho dos Direitos da Mulher , que ainda não foi implementado etc.

Neste sentido, o Brasil viverá nos próximo dia 03 de outubro uma democracia em que o voto é um direito e dever de todos e todas e, é fundamental que a participação seja a mais ampla possível.

Por tudo isso, lugar de mulher é na política!

Guilhermina Rocha
Presidente do CEPRO


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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

V FÓRUM INTERNACIONAL DE MEIO AMBIENTE BRASIL-JAPÃO


V FÓRUM INTERNACIONAL DE MEIO AMBIENTE BRASIL-JAPÃO

Tema: Gestão de Resíduos Sólidos
Dias 05 e 06 de outubro de 2010
Local: Auditório do BNDES (Avenida Chile, 100, Rio de Janeiro)
Inscrições até dia 01 de outubro de 2010, pelo email:  forumbrasiljapao@gmail.com


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MACAÉ PROMOVE 1º FÓRUM DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Pensando nas políticas públicas voltadas à criança e ao adolescente com a participação do poder público, da sociedade civil organizada e das empresas, foi realizado, na segunda-feira (13), pelo Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDDCA), o 1º Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente de Macaé, na Cidade Universitária. O evento contou com a presença de profissionais na área da Assistência Social, Educação, Saúde, Esporte e Cultura, do juíz e da promotora da Infância e Juventude, e participantes dos programas do município e do Jovem Aprendiz da Petrobras.

Na ocasião, foram apresentados painéis sobre: Conselho e o Sistema de Garantia de Direitos; Investimentos sociais da Prefeitura de Macaé; Marketing Empresarial e Responsabilidade Social; Marco legal: Legislação e Contabilidade; e Organizações sociais em Macaé – Avanços e Desafios. Ao longo do evento, aconteceu uma exposição de projetos e programas sociais executados no município pela sociedade civil e pelo poder público.

Estiveram presentes também ao evento representantes de diversas empresas instaladas no município, com destaque para a Petrobras e a Odebrecht, que puderam mostrar aos presentes como investir na área e estímular a responsabilidade social de seus funcionários. Também presente, a promotora da infância e juventude de Macaé, dra. Mariana Zampiere explicou como é feita a fiscalização sobre os fundos da criança, e a importância do trabalho em rede.

O presidente do CMDDCA-Macaé, Antonio Felipe Gonçalves, ressaltou que o I Fórum foi um espaço de debate e articulação entre governo, empresariado, instituições de atendimento a criança e adolescente (1º, 2º e 3º setor) no sentido de ampliar a discussão sobre a importância do comprometimento de toda a sociedade na defesa dos direitos das crianças e adolescentes. “Este Fórum foi um instrumento de socialização das ações desenvolvidas pelo CMDDCA-Macaé e facilitador do debate sobre o engajamento e implicação da sociedade nestas ações e é o nosso primeiro passo para que Macaé possa de fato garantir a proteção integral para as crianças e adolescentes”, destacou.

Para a estagiária da Secretaria Municipal de Assistência Social, Aline de Souza Gonçalves, o evento alcançou a expectativa da organização, pois o público participou em massa dos debates realizados. “Em todo o momento ficou claro os objetivos traçados para o cumprimento de leis sobre os direitos da criança e do adolescente, além de esclarecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, explicou Aline.


O que é o ECA

O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei nº 8.069/90 que regulamentou o artigo 227 da Constituição Federal que atribui à criança e ao adolescente, prioridade absoluta no atendimento aos seus direitos como cidadãos brasileiros. A aprovação desta Lei representa um esforço coletivo dos mais diversos setores da sociedade organizada. Revela ainda um projeto de sociedade marcado pela igualdade de direitos e de condições que devem ser construídas, para assegurar acesso a esses direitos. É, portanto, um instrumento importante nas mãos do Estado Brasileiro (sociedade e poder público) para transformar a realidade da infância e juventude historicamente vítimas do abandono e da exploração econômica e social.

De acordo com a Secretária Municipal da Assistência Social, Bárbara Monteiro, a realização deste Fórum é muito importante para o processo de comunicação e informação entre o poder público e a sociedade civil, além dos jovens que também estão inseridos neste processo de mudança. “Tivemos a presença massiça de jovens que acreditam nisso, e assim passamos a discutir as políticas públicas deste setor, envolvendo todos os atores ligados neste tema. Além disso, foi um momento também de propor mudanças e principalmente a prevenção de futuros problemas relativos a este público-alvo, mostrando para a população que Macaé tem propostas de trabalho para nossas crianças e jovens”, explicou Bárbara.


NAF CMDDCA

Recentemente, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da criança e do Adolescente de Macaé (CMDDCA) inaugurou a sede do seu projeto Núcleo de Atendimento à Família (NAF). O projeto surgiu de uma necessidade apontada durante a realização do mapeamento das ações Sociais de Macaé realizada pelo CMDDCA e o modelo que será aplicado no município foi conhecido durante a participação na Conferência Nacional da Criança e do Adolescente, ocorrida no final de 2009.

Executado pela ONG Viva Rio, instituição selecionada por edital público, o Núcleo de Atendimento Familiar (NAF) realiza o trabalho de Terapia Familiar, buscando reconstruir os laços entre os membros. O NAF CMDDCA atende casos encaminhados pela rede de assistência do município, entre eles as famílias de crianças e adolescentes atendidos pelo Conselho Tutelar e Conselho Municipal Anti-Drogas.

O NAF CMDDCA funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na Rua Dr. Télio Barreto, 563, Centro – Macaé – Telefone: 2772-5284.


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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

CONVOCAÇÃO DIA MUNDIAL DE LIMPEZA DO LITORAL

                                                                 Clean Up Day 2010

A Associação Ambientalista Defensores da Terra, em parceria com o Instituto Ecológico Aqualung e com a ONG Teia de Gaia, e apoio do Sindicato das Seguradoras/RJ, convoca os associados, amigos e voluntários a participarem do Dia Mundial de Limpeza do Litoral - Clean Up The World.

Segundo a ONU/UNEP/Clean up the World, o tema deste ano é “Ano Internacional da Biodiversidade”.

De acordo com a Aqualung, são mais de 125 países mobilizando 35 milhões de voluntários, simultaneamente, em todo o globo para a ação deste ano. No Brasil, a expectativa é de que 8.000 voluntários participem da ação.

Conforme acontece há 7 anos, montaremos nossa tenda na Praia de Copacabana, em frente ao Hotel Marriot (esquina com rua Santa Clara) e participaremos das atividades de limpeza do litoral recolhendo o microlixo, aquele que escapa à atenção das empresas de coleta de lixo urbanas e que ficam no ambiente das praias contaminando a fauna e a areia, e poluindo as águas marinhas. Todo o lixo coletado será doado a instituições de reciclagem e cooperativa de catadores. E o relatório sobre os resultados desta atividade será encaminhado ao PNUMA/ONU (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Esta atividade visa chamar a atenção do público frequentador das praias sobre os malefícios originados no lixo deixado na areia, que além de contaminar a natureza, também polui os mares e mata os animais marinhos, que ingerem grandes quantidades de polímeros (resíduos de plástico). Assim, queremos conscientizar as pessoas de que é necessário e imperativo mudar as atitudes.

Data: 18 de setembro de 2010.
Hora: a partir das 10 horas.
Local: Praia de Copacabana, esquina com a rua Santa Clara, em frente ao Hotel Marriot.
Informações: (21) 2524-7931 e 2524-5809/E-mail: defterra@veloxmail.com.br





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terça-feira, 14 de setembro de 2010

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 24º CURSO DE FORMAÇÃO ECOLÓGICA


A Associação Defensores da Terra informa aos interessados no debate ambiental que as inscrições para o 24º Curso de Formação Ecológica estão abertas.


As inscrições estão sendo feitas na sede da entidade, que fica à rua Senador Dantas, 84 (fundos), sala 1211, Centro, Rio de Janeiro (na Senador Dantas, entrar no Beco dos Poetas e atravessar o restaurante Galeto do Bicão. A seguir a este, encontra-se a nossa portaria), de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h e das 14h às 18h30 (fechamos para almoço das 13h às 14h).

As aulas serão realizadas na nossa sede e a programação segue abaixo.

O curso é gratuito, porém será cobrada uma taxa de 35 reais (que deve ser paga no ato da inscrição) para a gravação de um CD com o material de apoio às aulas e para a confecção de um certificado de conclusão (que será entregue no fim do curso aos que tiverem no mínimo 70% de presença).

Para qualquer outra informação, nossos telefones são: 2524-5809 e 2524-7931.

Abraços ecológicos.

Defensores da Terra


PROGRAMA DO 24º CURSO DE FORMAÇÃO ECOLÓGICA

Início: 04/10/2010
Encerramento: 04/12/ 2010


04/10 – 2ª feira – de 18h30 às 20h30
Tema: Problemas Ambientais Globais – ameaças e desafios
Palestrante Lara Moutinho da Costa – Bióloga e presidente dos Defensores da Terra.


06/10 – 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Legislação Ambiental.
Palestrante: Rodrigo Guardatti – Advogado ambientalista e chefe de gabinete do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.


13/10 – 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: História do Movimento Ambientalista no Mundo e no Brasil.
Palestrante: Carlos Minc - Deputado Estadual do PT/RJ e ex-Ministro do Meio Ambiente.


18/10 – 2ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Coleta Seletiva Solidária
Palestrante: Pólita Gonçalves – consultora socioambiental e gerente de Educação Ambiental do INEA (Instituto Estadual do Ambiente).


20/10 - 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Saúde e Meio Ambiente.
Palestrante: Carlos Machado de Freitas – Pesquisador CEHSTEH/ENSFIOCRUZ.


21/10 – 5ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Tráfico de animais silvestres
Palestrante: Fabíola Pinheiro – Oficial Veterinária da Polícia Militar, do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente.


25/10- 2ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Auditoria Ambiental.
Palestrante: – Heliana Vilela – Pesquisadora do Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente – LIMA/COPPE/UFRJ.


27/10 - 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Recursos Hídricos.
Palestrante: Fátima Casarin – Coordenadora do Programa Agenda Água na Escola/SEA; pedagoga; e especialista em Gerenciamento de Recursos Hídricos aplicado ao Planejamento Urbano Municipal/COPPE/UFRJ.


03/11 - 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Política Internacional sobre Mudanças Climáticas
Palestrante: Dr.ª Maria Silvia Muylaert de Araújo – Assessora da Secretaria Estadual do Ambiente/RJ na área de mudanças climáticas, membro do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas e professora colaboradora do PPE/COPPE/UFRJ.


08/11 - 2ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Biodiversidade, Ecossistemas e Unidades de Conservação.
Palestrante: André Ilha – diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (INEA).


10/11 - 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Uma visão ecológica da História do Brasil
Palestrante: José Augusto Pádua, doutor em ciência política pelo Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) e professor adjunto do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ).


17/11 - 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Educação Ambiental.
Palestrante: Geisy Leopoldo Barbosa – Bióloga do Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e mestre em Ecologia Social pela UFRJ.


22/11 - 2ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Permacultura – Uma nova visão para o desenvolvimento da civilização humana
Palestrante: Carlos Eduardo Aguayo Rey – Administrador de empresas e empresário. Formado pela PUC/RJ e sócio-fundador da EcoFocus – Soluções Ambientais para o Desenvolvimento Humano.


24/11 – 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Planejamento e gestão ambiental: seus principais instrumentos de ação.
Palestrante: Celso Bredariol – Analista ambiental do INEA, doutor em Planejamento Ambiental COOPE/UFRJ.


29/11 - 2ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Consumo Consciente – Consumo Sustentável
Palestrante: Lara Moutinho da Costa – Bióloga e presidente dos Defensores da Terra.


01/12 – 4ª feira, de 18h30 às 20h30
Tema: Conflitos Ambientais
Palestrante: Alba Simon – Bióloga e Mestre em Ciência Ambiental na área de conflitos ambientais.


04/12 - Sábado, Confraternização de final do curso, com passeio guiado no Jardim Botânico/RJ, e entrega dos Certificados de Conclusão.


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domingo, 12 de setembro de 2010

ELEIÇÕES 2010: EM QUEM VOTAR

Neste artigo sobre o processo eleitoral deste ano, vamos tratar da questão mais central de toda e qualquer eleição: em que candidato(s) votar?

É claro que não vamos declarar nosso voto e nem sugerir a quem eleger. Não porque o voto seja secreto ou porque não tenhamos a quem apoiar. Nosso texto, como tantos outros desta coluna, visa estabelecer um diálogo reflexivo e não “fazer a cabeça” de um eventual (e)leitor.

No entanto, sabemos todos, que discurso algum é neutro, politicamente falando. Todo discurso explicita, ora mais, ora menos, nossa concepção de mundo e de sociedade. Mas deixemos isso para nossos leitores avaliarem...

Voltando ao tema e refazendo a pergunta inicial: quem merece o nosso voto? Para começar, diríamos que poderia ser aquele que mais promete ou “oferece mais”! Por esse caminho, a frustração seria certamente grande. Além de ninguém poder dar tudo a todos – o que já seria por si só uma grande mentira – como o candidato eleito seria capaz de identificar seus eleitores para premiá-los?

A não ser nos casos dos votos chamados de “cabresto”. Daí surge outra questão: quem se presta a esse papel merecerá “recompensa”, mesmo uma reles migalha? No entanto, a prática nos mostra que o mundo é dos espertos... Que acabam também sendo enganados.

É o caldo de nossa cultura política, onde viceja a “ética” do “é dando que se receba”. Ou, ainda, “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Ou, simplesmente, “quero o meu”.

Outro caminho, para decidir pelo nosso voto, é tratar de saber quem faz exatamente o inverso, isto é, quem promete menos e faz (ou fez) mais. Esta nos parece a via melhor. Pelo menos, quanto ao grau de eventual frustração...

Mas outros elementos podem (e devem) ser atendidos. Ao escolhermos um(a) candidato(a), precisamos saber sobre sua biografia, não só pessoal e profissional, mas também política. E fazer algumas perguntas.

Que realizações efetivou para atender às necessidades da população, em particular, dos setores mais pobres? Quem são seus aliados e qual a reputação deles? Têm ou tiveram passagem pelas manchetes dos jornais? Ou têm prudências e irregularidades a serem esclarecidas e/ou sanadas?

Existe ainda o capítulo dos partidos, que são números e, na maioria, com pouquíssima representatividade.

Nessa babel eleitoral, o pobre eleitor fica na sua difícil missão de escolher o melhor candidato(a). No entanto, uma certeza nos acolhe: nada melhor que a nossa própria consciência para dirigir nossas ações e reações.

Até lá. E boa escolha.

ProfªGuilhermina Rocha
Especialista em Educação e Historiadora
Presidente do CEPRO


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MARLOS NOBRE E A MÚSICA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA



Marlos Nobre de Almeida ou, como é mais conhecido, Marlos Nobre nasceu em 18 de fevereiro de 1939, no Recife, Pernambuco, é pianista, compositor e regente brasileiro. É um dos nomes mais conhecidos no Brasil e no exterior do mundo da música de concerto.

Iniciou seus estudos no Recife, aos cinco anos de idade, no Conservatório Pernambucano de Música. Diplomou-se em piano e matérias teóricas em 1955.

Posteriormente, fez curso de aperfeiçoamento com Mozart Camargo Guarnieri. Estudou na qualidade de pós-graduado, com Alberto Ginastera, Olivier Messien, Aaron Copland e Bruno Maderna.

Atuou em varias instituições, enquanto direção, inclusive a direção musical do Rádio MEC, do Rio de Janeiro. Atualmente, ocupa a cadeira nº1 da Academia Brasileira de Música.

Marlos Nobre recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Dentre suas outras atuais atividades, se destacam os dois programas na Rádio MEC FM, “Música Contemporânea” e “Linguagem da Música”.

Sua obra é variada e inclui música orquestral, música de câmara, para piano, para violão e coral. Dentre as suas principais obras, destacamos as mais conhecidas: Krimakrinkrin (1964), Rhytmetron (1968), Biosfera para orquestra de cordas (1997), In memoriam (1973), Concertante do Imaginário para piano e orquestra (1989), Passacaglia para orquestra (1997), a série Desafios e os Ciclos Nordestinos, entre outras.

Marlos Nobre tem na sua arte fortes elementos da música brasileira, em especial, do nordeste, sua origem natal. Além disso, transita pela música tradicional e fez investidas, bem sucedidas, no âmbito da música contemporânea, expressando de forma original seu talento.

Está, possivelmente, entre os maiores compositores das Américas e talvez, possa ser considerado o maior compositor brasileiro vivo.

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – faz homenagem a este grande artista brasileiro nos seus 70 anos de vida e 50 anos dedicados à música.


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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

PAULO FREIRE: PENSADOR E EDUCADOR

Paulo Regius Neves Freire ou, como era mais conhecido, Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921, em Recife, Pernambuco. Faleceu, em São Paulo, em 2 de maio de 1997.

Faz 40 anos que uma das obras mais conhecidas e polêmicas deste pensador e educador veio à luz em sua primeira edição. Trata-se do livro Pedagogia do Oprimido.

Freire destacou-se por seu trabalho na área de educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência crítica. É considerado um dos pensadores mais notáveis na historia da pedagogia mundial, tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica.

Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a Depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização, que ganhou o seu nome – Método Paulo Freire.

Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio.

O Educador procurou fazer uma síntese de algumas correntes de pensamento filosófico de sua época, que aliada ao seu talento como escritor, o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.

Sua obra é vasta e foi publicada em diversos países. Merecem destaque os seguintes livros: Educação como prática da liberdade (1967), Pedagogia do oprimido (1970), Educação e mudança (1981), A importância do ato de ler (1982), Por uma pedagogia da pergunta (1985), entre muitos outros.

Sobre Paulo Freire existe imensa lista de obras biográficas. Recebeu inúmeros prêmios e honrarias no Brasil e no exterior. Tudo isso reflete o reconhecimento pela sua grande obra cujo legado perdurará ainda por muitos anos.

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – fundado e dirigido por professores(as) e educadores(as) sociais, tem seu trabalho também inspirado por este grande pensador e educador brasileiro e em sua inestimável obra para a educação e cultura populares. Aqui fazemos nossa justa e merecida homenagem.


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O CEPRO INDICA: CORAL INFANTIL DA UFRJ

13/09 - Segunda-feira
Apresentação do Coral Brasil Ensemble e Coral Infantil da UFRJ
Local: Fundação Casa de Rui Barbosa
Endereço: Rua São Clemente,134 - Botafogo
Horário:18:30

Programa: Obras de Ernani Aguiar

24/09 - Sexta-feira
Lançamento de partituras corais a capella do compositor Ernani Aguiar
Local: Sala de Sessões - Centro Cultural Justiça Federal
Endereço: Av Rio Branco, 241 - Centro - RJ
Horário: 18:30
Ingresso: R$ 1,00(um real)


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300 ANOS DE WILHELM FRIEDMANN BACH


A família Bach foi de grande importância na história da música por cerca de 250 anos, com mais de 50 músicos e vários compositores notáveis.

Seu membro mais proeminente, e talvez o mais notável compositor da história, foi Johann Sebastian Bach (1685-1750). Dos seus filhos, destacaram-se Wilhelm Friedmann, Carl Philipp Emanuel, Johann Cristian e Johann Christoph Friedrich.

Tantos e tão eminentes eles foram, que os músicos de Erfurt (capital do Estado da Turíngia, Alemanha) eram conhecidos como “os Bachs”, mesmo quando já não havia membros da família na cidade.

Wilhelm Friedmann nasceu em Weimar no dia 22 de novembro de 1710. Era o primogênito e filho predileto de J.S. Bach, sendo dotado de grande talento.

Seu pai, que o considerava sempre como o mais capacitado dos seus filhos, encarregou-se da sua formação musical e compôs para seu aprendizado várias músicas – todas de primeira.

Foi muito apreciado por sua capacidade de improvisar e deixou boa quantidade de música para teclado de excelente qualidade cujas características antecipam a tensão e o emocionalismo do Romantismo.

Wilhelm Friedmann demonstrou possuir um talento profético, que alia a velha ciência do contrapondo e uma inspiração romântica, com uma certa ousadia para a época. Contribuiu tanto como o seu irmão C.P. Bach para o aperfeiçoamento das formas modernas da sonata e do concerto. Veio a falecer em 1º de julho de 1784.

O CEPRO – Centro Cultural de Educação Popular de Rio das Ostras – registra os 300 anos de nascimento de Wilhelm Friedmann Bach e faz ressoar as homenagens que por todo mundo são dedicadas a este grande compositor alemão e ao seu inesquecível legado artístico


Fonte: Enciclopédia Wikipédia


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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

REVOLTA DA CHIBATA - 100 ANOS: HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA



O ano de 1910 foi marcado no Brasil pela eclosão da “Revolta dos Marinheiros”, conhecida posteriormente como “Revolta da Chibata”, título do livro-reportagem do jornalista Edmar Morel publicado em 1959. Para além da memória da cidade do Rio de Janeiro, da Marinha Nacional e de movimentos sociais, o levante tornou-se um dos tópicos da História do Brasil no período da Primeira República e recebeu, sobretudo a partir dos anos 1990 e 2000, um novo tratamento e interesse historiográfico no país e no exterior.

Este encontro pretende reunir pela primeira vez os principais pesquisadores especialistas do tema na atualidade, buscando contemplar a pluralidade de abordagens sobre o assunto. Trata-se, portanto, de criar oportunidade para apresentação e debate dos resultados de tais trabalhos com a comunidade científica (desde alunos de Graduação até professores e pesquisadores de Pós-Graduação) e com um público de interessados, no ano do centenário da Revolta da Chibata.

O evento será organizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e com apoio de agências de financiamento científico. O evento será gratuito, aberto ao público e serão fornecidos certificados de presença para quem comparecer ao menos a três sessões. A apresentação de cada expositor terá duração de 40 minutos e será seguida por um debate de 20 minutos. Estão previstas duas apresentações na parte da manhã – eventualmente três no segundo dia – e duas à tarde, totalizando oito ou nove palestrantes, a serem confirmados.

Fonte: revoltadachibatacemanos.blogspot.com


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sábado, 4 de setembro de 2010

ENCONTRO DE BLOGUEIROS PROGRESSISTAS EM SÃO PAULO

Comunicadores da Blogosfera atenderam ao chamado do Centro Barão de Itararé, comparecendo em massa ao I Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas . No total,foram 223 inscritos de 19 estados do Brasil.

A diversidade e a pluralidade foi a marca do encontro que reuniu no primeiro painel os blogueiros Luis Nassif (Luisnassifonline), Paulo Henrique (Conversa Fiada) Amorim e Debora da Silva (Mães de Maio) no painel Ameaças à internet e os desafios da blogosfera, mediada por Leandro Forte (Brasilia, eu vi) e Rodrigo Vianna (Escrivinhador), no auditório do Sindicatos dos Engenheiros, em São Paulo.

O painel foi uma exposição do poder dos blogs na multiplicação de informações e denúncias ocultadas pelo Partido da Grande Imprensa (PIG). Para Rodrigo Vianna, da internet o poder de formação de opinião da chamada Grande Mídia se esvai na velocidade que a rede cresce. "Não se pode dizer mais que existe uma GRANDE MÍDIA, porque a tal grande mídia se transformou na MÍDIA VELHA", analisa.

Nassif, acredita que a censura velada do PIG não possui um ambiente próspero como nas décadas passadas. De acordo com ele a equação é simples. Jornais como o Estadão e Folha de São Paulo conseguem ainda deter poder sobre a formação da opinião da população que ler a versão impressa dos veículos. Porém, o mesmo não pode se afirmar em relação as versões online. Na rede, a força está com o blogueiros independentes. "Nesses 4 anos, a blogosfera ajudou a construir uma rede que está mudando a história do país. A blogosfera não tem voz de comando. Ela é ampla e aberta", disse Luis Nassif

Débora da Silva, representante do blog Mães de Maio defendeu que a sociedade e os movimentos sociais precisam se apoderar desta ferramenta. Para ela a internet não substitui o papel da rua "o verdadeiro espaço de luta e pressão social". Entretanto, o blog é um mecanismo de romper a censura velada dos meios de comunicação e do poder público. "Estou aqui para aprender e para denunciar. A internet é democrática, podemos levar nossa voz para todos os cantos. Obrigamos o estado de São Paulo admitir que mataram nossos filhos. O assassinato de 562 pessoas não foi resultado apenas de uma ação de facção criminosa. O estado exterminou nossos filhos. Eles tiveram que admitir", revela.

O blogueiro Brizola Neto, também esteve no Encontro e classificou a blogosfera como "o caixão a censura velada da informação pela Velha Mídia. É o direito direto ao acesso a informação", disse ele. Paulo Henrique Amorim completo: "Antigamente existia a premissa: Se o jornal nacional não deu, não aconteceu. Isso já foi uma verdade, mas hoje a realidade não é mais bem assim e não vai demorar para isso acabar em definitivo. A net mudou tudo".

Diversos blogueiros falaram sobre as ameaças, perseguições, ataques a reputação que sofrem no dia a dia da blogosfera. A política e a corrida foi o eixo das esplanações. Principalmente, a atitude do candidato a presidência José Serra, que chamou alguns blog de "blogs sujos". Para Paulo Henrique Amorim a expressão "blog sujo" nada mais é que, uma metáfora para criminalizar os blogueiros. "O movimento dos blogueiros progressistas deve realizar uma petição para obrigar o candidato a presidência José Serra, a listar quem seriam os "blogs sujos", sugeriu PH Amorim.

Mas uma ideia mais simples foi que arrancou aplausos e aprovação dos 223 blogueiros. A defesa da liberdade de expressão e comunicação em rede. Na prática, funcionaria com a reprodução do blog censurado por todos comunicadores da bloogosfera. A cada post censurado, a reprodução seria feita com o jargão "Não toquem no meu companheiro".


A tarde, a necessidade de auto sustentação e os custos judiciais de processos foram o tema do painel os painéis: Como financiar a blogosfera e ameaças à internet, neutralidade na rede e questões processuais. "Se fala muito da censura quando é realizada por governos, mas não se fala da censura do capital. Ela existe!", disse o advogado Tulio Vianna.

Geórgia Pinheiro, editora do blog Conversa fiada confessou que "a rede é livre, mas os processos são caros. Você precisa ter uma forma de pelo menos custear os gatos jurídicos. acreditem. O conversa fiada responde há 28 processos. A liberdade de expressão tem preço e alto".A preocupação com a política e o atrelamento comercial dos sites de hospedagem dos blogs também foi pauta das mesas.

O último painel trouxe exposições a respeito da necessidade de conhecimento técnico das ferramentas disponíveis nas redes sociais como o twitter. Luiz Carlos Azenha, Conceição Oliveira, Emerson Luis, Guto Carvalho e Maria Flor, deram dicas para alavancar os acessos aos blogs, além da importância de interação com o leitor e a real produção de conteúdo.

Um dos momentos mais emocionantes foi a leitura de uma carta do jornalista paraense Lucio Flavio pelo seu filho. O jornalista foi convidado a participar do Encontro, mas não pode comparecer porque precisava ficar em Belém para comparecer a uma audiência. Ele responde a diversos processos por escrever reportagens denunciando diversas irregularidades e crimes do Grupo Liberal. (postaremos o conteúdo da carta. Aguardem!)

Outro grande momento, mas de irreverência foi o encontro de Daniel Dantas e Paulo Henrique Amorim. O blogueiro é um homônimo do banqueiro Daniel Dantas, classificado por PH. Amorim como "um dos câncer da democracia da sociedade brasileira". A situação imprevista foi motivo de risos e de curiosidades dos bloguerios. Detalhe, o "Daniel Dantas camarada", cutucou Paulo Henrique Amorim.

Certa vez, ele enviou um furo para o Conversa Afiada, mas só depois de três meses é que o blog entrou em contato com o leitor. Uma grande gafe que fez Daniel criticar o blog "não adiantar ter 4 milhões de pages se a agilidade é comprometida". Paulo Henrique Amorim fez questão de conversar com o leitor "Quero saber em detalhes onde foi e como foi que errei", confessou.

Por aclamação o blog Cloaca News ganhou o troféu Barão de Itararé, em reconhecimento ao seu trabalho limpo de revelar "as notícias do jornalismo de esgosto do PIG", com informação séria e muito humor. Nos agradecimentos, o blogueiro confessou que as pernas estavam bambas. Dedicou o prêmio ao seus dois cachorros e tentou não esquecer de ninguém, agradecendo: Ieda Cruz, ao Grupo RBS, ao Zero Hora , a José Serra, Herando Pereira, Boris Casoy, entre outros, a oportunidade dele um mero "cloqueiro" viver esse momento de glória. A turma aplaudiu!


O troféu Corvo ficou para a presidente da Associação Nacional de Jornais, Judith Brito, por todo seu esforço de defender o Partido da Imprensa Golpista.



O Encontro dos Blogueiros Progressistas surgiu da ideia de comunicadores em maio deste ano. De lá para cá, foram três meses de luta e trabalho para realização do evento. O Encontro não recebeu nenhum patrocínio público. Foi realizado com o apoio de entidades e comunicadores que doaram tempo, espaço e dinheiro para o evento. Foram intitulados os Amigos da Blogosfera.



Texto: Tatiana Lima - Fotos: Gizele Martins e Tatiana Lima (Vozes das Comunidades e Núcleo Piratininga de Comunicação)

Fonte: Vozesdascomunidades.blogspot.com e NPC


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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ENCONTRO DA DIVERSIDADE DO MERCOSUL CULTURAL


O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, realizará, entre os dias 04 e 06 de Setembro de 2010, nos Arcos da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro, o Encontro da Diversidade Cultural - A Independência da Cultura.

Esse Encontro tem dois objetivos. O primeiro é realizar a I Reunião da Diversidade do MERCOSUL Cultural, no dia 4 de setembro. O Brasil representa, atualmente, a América do Sul no Comitê Intergovernamental da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais da UNESCO, na última reunião dos ministros de cultura do MERCOSUL, ficou definido que o Brasil realizaria uma reunião que definisse as diretrizes, ações e estratégias de implementação da Convenção na América do Sul.

O segundo objetivo é celebrar e dar visibilidade para Diversidade Cultural de nosso país, promovendo a convivência dos segmentos socioculturais da nossa diversidade do 26 estados e do Distrito Federal, totalizando 1.500 pessoas de: grupos e mestres das culturas populares, indígenas, ciganos, representantes do movimento LGBT, idosos, pessoas com deficiência, representantes das comunidades de terreiro, imigrantes, produtores da cultura da infância, jovens do movimento hip hop, pessoas com transtorno mental, mulheres e trabalhadores formais e informais da cidade e do campo.

Serão realizadas rodas de convivência com temas transversais a todos os segmentos, como preconceito, cultura de paz, espiritualidade, economia da cultura, saúde, tradição e memória, meios de comunicação, participação das mulheres na cultura e transmissão dos saberes tradicionais.

Haverá, ainda, apresentações artísticas, feira de produtos culturais, cortejos e debates, criando oportunidade para a troca de experiências e reflexão sobre a convivência com a diferença, o respeito aos direitos humanos e o exercício da cidadania cultural.

São muitas e variadas as expressões em nosso país, das matrizes indígenas, africanas, ciganas e ibéricas, somadas à contribuição dos imigrantes de diversas origens, da diversidade etária, sexual, de gênero, de pessoas com deficiência, com transtornos psíquicos e tantos outros segmentos sociais que se expressam por diversas maneiras, e que dificilmente têm a oportunidade de se encontrar com o público para celebrar e refletir sobre a importância desta riqueza.

Com este Encontro, a sociedade brasileira terá a oportunidade de vislumbrar, num só espaço, um recorte da nossa diversidade cultural.

Diversos grupos artísticos se apresentarão durante os três dias de evento. Um grande cortejo nas ruas da Lapa está marcado para abrir o evento. Dentre os grupos convidados já estão confirmados Frevo de Olinda, o Mamulengo Só Riso e o Maracatu Piaba de Ouro, ambos de Pernambuco; os blocos Ta Pirando Pirado Pirou, Treme Terra e LGBT, do Rio de Janeiro; Bumba Meu Boi de Maracanã do Maranhão, Grupo de Fandango Mandicuera do Paraná, Nelson Triunfo e Jongo de Piquete de São Paulo, Os Quentes da Madrugada, grupo de carimbó do Pará; a Banda Caxiri na Cuia, trazendo o forró indígena de Roraima e outros.


O evento é aberto ao público e toda a programação é gratuita.



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